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A banana é uma fruta de alto consumo entre os esportistas e atletas: boa fonte de energia e potássio, essenciais ao esporte; pode ser facilmente “carregada” para os treinos, o que a torna pratica para o consumo, além de ser bem aceita para a maioria das pessoas.

Saborosa e saudável é fonte de vitamina B6, carboidratos e potássio que são importantes na regulação da contração muscular e equilíbrio hídrico durante o exercício.

Além do potássio, os atletas podem consumir bananas por conter uma boa quantidade de carboidratos, capaz de recuperar as reservas energéticas (Clique e conheça alguns produtos que podem auxiliar no desempenho e reposição de energia durante o treino) durante o exercício.

Para algumas pessoas a digestão de 2 gramas de fibras, presente nesta fruta, pode não ser de tão fácil durante o exercício, o que atrapalha a hidratação e desempenho esportivo.

Para os que toleram bem a digestão dessa fruta, podem consumi-las antes do treino, ou até mesmo durante, e a quantidade a ser utilizada depende do tipo de treino e a duração do mesmo. A utilização de banana durante atividade física promove o aumento dos níveis de glicose sangüínea, sendo uma forma alternativa de oferecer energia para o atleta.

Durante a prática de exercício físico temos perdas significativas de sódio, cloreto e potássio através da transpiração.

Em média são perdidos 330mg de potássio por litros de suor. Além disso, o potássio auxilia na contração muscular e sua carência está relacionada ao surgimento de câimbras.

Nos esportes de alto rendimento nem sempre a carência de potássio é a causa principal de câibras, já que este fator depende da intensidade do treino, nível de hidratação e consumo de carboidratos.

Devemos salientar a presença da vitamina B6 na banana, com funções diretamente ligadas ao metabolismo energético, principalmente nas reações que favorecem a quebra do glicogênio muscular e com isso o organismo poupa o uso das proteínas musculares, fundamental para evitar a perda de massa muscular e favorecer a sua recuperação para o próximo treino, também possuem 2g de fibra solúvel, que ajuda a diminuir os níveis de colesterol do sangue.

Fonte:
Nutrição e Esportes

Confira mais algumas dicas para emagrecer praticando exercícios.

1. Evite o uso de laxantes e diuréticos pois eles promovem uma perda excessiva de líquidos, podendo assim, causar desidratação. Esta não é uma forma saudável de emagrecimento. A curto prazo, o uso destes produtos podem até causar uma sensação de perda, porém, esta perda não está relacionada àquela gordura excedente, e sim, a perda de líquidos. O correto é ingerir uma refeição equilibrada que proporcione bom funcionamento de todos os órgãos;

2. Alimentos diuréticos podem ajudá-lo a não reter líquido durante o processo de perda de peso, como erva doce, salsão, coentro, berinjela e endivias, alho, limão, noz-moscada, cebola, salsa, hortelã, abacaxi, melancia e maracujá;

3. Mastigue bem os alimentos. Esse processo permite que a chegada do alimento ao estômago seja lenta, o que implica em maior tempo para o órgão enviar uma mensagem de saciedade para o cérebro diminuindo a vontade de comer mais, ou seja, muitas vezes o excesso.

4. Beba no mínimo 2 litros de água por dia; pois ela hidrata o corpo, ajuda na eliminação de toxinas e auxilia no tratamento da celulite e flacidez.

Além disso, “engana” o estômago dando a sensação de saciedade. Mas cuidado desportistas e atletas, vocês necessitam de uma quantidade diferenciada de água sendo mais apropriado consultar um nutricionista para adequação do mesmo.

11. Prefira os queijos brancos. O queijo é rico em proteínas e apresenta teor variado de gordura. A quantidade de gordura pode ser percebida pela cor do queijo. Quanto mais amarelo, maior é seu teor de gorduras;

12. Evite muito líquido durante as refeições. Seu excesso (a cima de 250 ml) dilui o suco gástrico e distende as paredes do estômago sobrecarregando todo intestino e prejudicando a assimilação dos nutrientes.

Comer em casa é um hábito cada vez mais incomum no dia a dia das pessoas, principalmente para os homens que trabalham o dia todo e mal têm tempo de fazer uma refeição tranquila.

Antigamente, ir a um restaurante era reservado para as ocasiões e comemorações especiais, hoje é uma necessidade da vida moderna.

A combinação correta dos alimentos é, também, um fator importante para um bom rendimento no trabalho. Assim, selecionamos algumas dicas para garantir a boa saúde, evitar o ganho de peso e garantir um bom rendimento no trabalho.

Para quem ainda tem um dia de trabalho pela frente, o ideal é não exagerar no tamanho do prato e na quantidade de carnes vermelhas.

O organismo concentra grande parte do fluxo sanguíneo para a digestão desses alimentos deixando o fluxo no cérebro diminuído. Com isso, a concentração e o raciocínio ficam mais lentos e causa sonolência.

Para evitar essa preguiça pós-refeição ou a sensação de mal estar, procure fazer pratos mais leves e dar preferência as carnes brancas e magras.

Verduras e legumes frescos não podem faltar no prato. Evite legumes e verduras muito cozidos, pois nesse estado já perderam praticamente todo o seu valor nutritivo.

Perceba se está consumindo salada! E atenção ao temperar. O excesso de molho cremoso ou maionese pode deixar um prato leve, indigesto.

A indicação é não colocar mais que duas colheres do molho, utilizar apenas azeite de oliva e sal – com moderação – vinagre e limão.

Se sua opção é uma boa massa, opte pelas ao alho e óleo, ao sugo, com ervas ou verduras, e não por aqueles feitas com molhos cremosos ou á base de carne.

Alimentar-se com freqüência em restaurante, cria uma tendência de repetir os mesmos pratos, mas é preciso diversificar as opções.

Fonte: Nutrinews

Como emagrecer para fazer bonito neste verão? Essa é uma pergunta que todos se fazem quando as piscinas e as praias começam a lotar. Para o professor Afredo Halpern, do Departamento de Endocrinologia da Faculdade de Medicina da USP, a resposta é simples: “a pessoa tem que comer o que costuma comer, e diminuir as frituras, gorduras e doce.”

Halpern defende o regime pelo sistema de pontos, pelo qual o paciente segue uma lista de pontos e tem um limite para o consumo de cada grupo de alimentos ao longo do dia. “Você emagrece comendo o que gosta”, garante ele. “O alimento, mais que gostoso, deve ser funcional, atuando de forma positiva e eficaz no organismo”, defende Halpern.

O mínimo de calorias que uma pessoa saudável deve consumir por dia é 800. Para muitas pessoas, apenas diminuir a quantidade de comida é difícil. Para essas pessoas existem muitas formas de emagrecer, desde dietas radicais, como o da inanição, no qual a pessoa pode perder mais de 600 gramas por dia com o jejum, até as dietas individualizadas, que podem ter supervisão médica e acompanhamento de exercícios.

As dietas radicais apresentam efeitos quase que imediatos, mas podem causar danos sérios à saúde e fazer com que haja “efeito iô-iô” (recuperação rápida do peso perdido). Segundo Halpern, “quanto mais exercício melhor”. Para quem não tem tempo de freqüentar uma academia, a dica do professor é fazer 20 minutos de exercícios diários em casa ou ao ar livre, como caminhar em esteiras, subir escada, pular corda ou, até mesmo, andar pela casa.

Além dos exercícios, é preciso disciplina na hora de comer: mastigar bem e não ler ou assitir televisão durante as refeições. De acordo com o médico, é sempre bom evitar fazer compras de alimentos quando estiver em jejum ou com fome.

Na hora de ficar em forma, o mais importante é procurar ajuda médica e querer emagrecer para você, não para os outros. Quando as razões para emagrecer vêm de um fator externo, a possibilidade de se manter um bom peso é muito pequena.

Para quem pratica atividade física regularmente o carboidrato é o nutriente mais importante na alimentação.

Isso porque ese nutriente será responsável em maximizar seus estoques antes do exercício, fornecer energia durante o mesmo e também terá um papel fundamental no período de recuperação pós exercício. Vários estudos na literatura sugerem que um adequado aporte de carboidrato na alimentação melhora o desempenho durante o exercício, ao passo que uma inadequada ingestão desse nutriente pode acarretar em cansaço e fadiga. Isso porque os estoques desse nutriente no nosso organismo são bastante limitados – ao contrário dos estoques de gordura – . Só para termos uma idéia, se o carboidrato fosso a única fonte de energia do nosso organismo, uma atividade moderada de 90 minutos seria capaz de depletar seus estoques. Por isso, devemos ingerir o carboidrato em quantidades adequadas sempre em nossa alimentação para repor e até maximizar seus estoques não comprometendo dessa forma o desempenho.

QUAL A QUANTIDADE DE CARBOIDRATO DEVEMOS CONSUMIR ?

Para um indivíduo sedentário é recomendado seguir uma alimentação que forneça pelo menos 50 -55% do seu total calórico em carboidrato. Porém para quem pratica atividade física ou é atleta essa quantidade deve ser maior e vai variar de acordo com o tipo, frequência e intensidade dos treinos. Para uma melhor avaliação do aporte de carboidrato recomendado para a sua situação de treinamento seria indicado consultar uma nutricionista.

QUAIS SÃO OS ALIMENTOS RICOS EM CARBOIDRATO ?

Arroz, batata, massas em geral, mandioca, pães, bolachas, aveia, granola, cereais matinais, barras de cereais, frutas, legumes são execelnetes fontes de carboidrato. Vale a pena lembrar que além do carboidrato esses alimentos também fornecem para o nosso organimso alguns outros nutrientes tais como vitaminas do complexo B, vitamina C, vitamina A, etc. Deve ser lembrado que, de preferência, a arroz, pães e bolachas devem ser consumidos em sua versão integral, fornecendo assim um aporte maior de fibras a nossa alimentação.

Fonte: Site Médico