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Como emagrecer para fazer bonito neste verão? Essa é uma pergunta que todos se fazem quando as piscinas e as praias começam a lotar. Para o professor Afredo Halpern, do Departamento de Endocrinologia da Faculdade de Medicina da USP, a resposta é simples: “a pessoa tem que comer o que costuma comer, e diminuir as frituras, gorduras e doce.”

Halpern defende o regime pelo sistema de pontos, pelo qual o paciente segue uma lista de pontos e tem um limite para o consumo de cada grupo de alimentos ao longo do dia. “Você emagrece comendo o que gosta”, garante ele. “O alimento, mais que gostoso, deve ser funcional, atuando de forma positiva e eficaz no organismo”, defende Halpern.

O mínimo de calorias que uma pessoa saudável deve consumir por dia é 800. Para muitas pessoas, apenas diminuir a quantidade de comida é difícil. Para essas pessoas existem muitas formas de emagrecer, desde dietas radicais, como o da inanição, no qual a pessoa pode perder mais de 600 gramas por dia com o jejum, até as dietas individualizadas, que podem ter supervisão médica e acompanhamento de exercícios.

As dietas radicais apresentam efeitos quase que imediatos, mas podem causar danos sérios à saúde e fazer com que haja “efeito iô-iô” (recuperação rápida do peso perdido). Segundo Halpern, “quanto mais exercício melhor”. Para quem não tem tempo de freqüentar uma academia, a dica do professor é fazer 20 minutos de exercícios diários em casa ou ao ar livre, como caminhar em esteiras, subir escada, pular corda ou, até mesmo, andar pela casa.

Além dos exercícios, é preciso disciplina na hora de comer: mastigar bem e não ler ou assitir televisão durante as refeições. De acordo com o médico, é sempre bom evitar fazer compras de alimentos quando estiver em jejum ou com fome.

Na hora de ficar em forma, o mais importante é procurar ajuda médica e querer emagrecer para você, não para os outros. Quando as razões para emagrecer vêm de um fator externo, a possibilidade de se manter um bom peso é muito pequena.

Para quem pratica atividade física regularmente o carboidrato é o nutriente mais importante na alimentação.

Isso porque ese nutriente será responsável em maximizar seus estoques antes do exercício, fornecer energia durante o mesmo e também terá um papel fundamental no período de recuperação pós exercício. Vários estudos na literatura sugerem que um adequado aporte de carboidrato na alimentação melhora o desempenho durante o exercício, ao passo que uma inadequada ingestão desse nutriente pode acarretar em cansaço e fadiga. Isso porque os estoques desse nutriente no nosso organismo são bastante limitados – ao contrário dos estoques de gordura – . Só para termos uma idéia, se o carboidrato fosso a única fonte de energia do nosso organismo, uma atividade moderada de 90 minutos seria capaz de depletar seus estoques. Por isso, devemos ingerir o carboidrato em quantidades adequadas sempre em nossa alimentação para repor e até maximizar seus estoques não comprometendo dessa forma o desempenho.

QUAL A QUANTIDADE DE CARBOIDRATO DEVEMOS CONSUMIR ?

Para um indivíduo sedentário é recomendado seguir uma alimentação que forneça pelo menos 50 -55% do seu total calórico em carboidrato. Porém para quem pratica atividade física ou é atleta essa quantidade deve ser maior e vai variar de acordo com o tipo, frequência e intensidade dos treinos. Para uma melhor avaliação do aporte de carboidrato recomendado para a sua situação de treinamento seria indicado consultar uma nutricionista.

QUAIS SÃO OS ALIMENTOS RICOS EM CARBOIDRATO ?

Arroz, batata, massas em geral, mandioca, pães, bolachas, aveia, granola, cereais matinais, barras de cereais, frutas, legumes são execelnetes fontes de carboidrato. Vale a pena lembrar que além do carboidrato esses alimentos também fornecem para o nosso organimso alguns outros nutrientes tais como vitaminas do complexo B, vitamina C, vitamina A, etc. Deve ser lembrado que, de preferência, a arroz, pães e bolachas devem ser consumidos em sua versão integral, fornecendo assim um aporte maior de fibras a nossa alimentação.

Fonte: Site Médico

No verão todo mundo quer estar em forma, com o corpo legal, esbanjando saúde. Cada vez mais pessoas buscam por treinamentos focados em seus objetivos, alguns querem perder peso, outros diminuir medidas, tem até quem queira melhorar o condicionamento para correr na praia ou jogar aquele futebol no fim de semana com os amigos.

Não importa qual seja o seu objetivo, o treino funcional é o caminho para alcançá-lo. Diferente dos treinamentos tradicionais, este tipo de treinamento exercita todas as musculaturas do corpo e é mais flexível, se adaptando a necessidade de cada indivíduo.

Ao entrar em um estúdio de treinamento funcional, o aluno irá expor seus objetivos e será avaliado para que então seja desenvolvida uma rotina de exercícios personalizada. Um nadador necessidade desenvolver músculos diferentes de um maratonista.

Com a metodologia da Fitness Together é possível adaptar os exercícios a necessidade de cada aluno e o melhor garantir o resultado esperado por conta da metodologia individualizada.

Importância da Água

Durante o exercício, principalmente quando exposto ao calor, pode ocorrer elevada transpiração, resultando tanto na perda de líquidos como de electrólitos no corpo. A quantidade de líquido perdido não depende apenas da temperatura ambiente, mas também do nível de humidade. Embora existam alguns electrólitos que são perdidos pelo suor, especialmente sódio e cloro, há uma proporção muito maior de água perdida. Portanto a substituição da água é muito mais importante do que a reposição de electrólitos.
As perdas de fluidos corporais podem potencialmente levar a problemas de saúde se não forem substituídos. Algumas bebidas desportivas são vendidos em forma de pó, permitindo fazê-las em qualquer concentração que deseje. Nestes casos, se as misturas forem seguidas de acordo com as recomendações nutricionais, o resultado é geralmente uma bebida muito concentrada. O fluido de substituição ideal consiste principalmente em água.

Temperatura da Bebida

temperatura da bebida deve ser a ideal, e não quente, já que isso permite o movimento mais rápido do líquido para fora do estômago. Se uma actividade desportiva durante uma elevada temperatura vai durar por um longo período, tente encontrar alguma maneira de substituir os líquidos enquanto pratica o desporto (cada 15-20 minutos). Se isso não for possível, deve procurar estar bem hidratado antes do exercício (um par de copos de água 15 a 20 minutos antes do exercício), e deve substituir os fluidos perdidos o mais rapidamente possível após o exercício.

Fonte: Alimentação Saudável

Estudos realizados pelo Serviço de Fisioterapia do Instituto Central do Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da USP, apontam que a atividade física reduz em até 60% os sintomas de asma, como tosse, chiado, falta de ar e aperto no peito. De 16 ocorrências por mês, os pacientes passaram a apresentar apenas seis.

Os aspectos psicossociais, como ansiedade e depressão, características do asmático por natureza, também foram atenuados, comprovando a eficácia do método para a melhora da qualidade de vida e autoestima dos pacientes.

A asma é uma doença inflamatória da mucosa bronquial que impede a passagem do ar até os pulmões. O quadro é caracterizado por falta de ar acompanhado de tosse, chiado e aperto no peito. Normalmente, a doença é controlada com o uso de broncodilatadores, que expandem os brônquios e permitem a passagem do ar.

O estudo, o maior em termos populacional, avaliou 101 pacientes adultos, com idade entre 20 e 50 anos, em tratamento no Hospital das Clínicas, durante três anos.

Num primeiro momento, os indivíduos participaram do programa educacional. Os pesquisadores enfatizaram o controle dos fatores ambientais que desencadeiam as crises asmáticas, o uso correto da medicação durante o tratamento e a monitoração dos sinais e sintomas da asma.

Depois, os pacientes foram divididos em dois grupos. O primeiro passou por um tratamento fisioterápico, com a realização de exercícios respiratórios e treinamento aeróbico, além do acompanhamento clínico. As atividades físicas aconteceram duas vezes por semana, durante 30 minutos, por três meses. O outro grupo só recebeu exercícios respiratórios e acompanhamento clínico. Em ambos os casos, a medicação não foi alterada.

Os resultados surpreenderam os especialistas. Os pacientes submetidos a atividades físicas tiveram menos sintomas de asma e melhoraram a qualidade de vida, especialmente na época do inverno, quando se intensificam os problemas de saúde. O outro grupo não apresentou mudanças no quadro clínico.

Segundo o fisioterapeuta Felipe Mendes, autor do trabalho, a atividade física, na maioria das vezes, é considerada uma vilã para pacientes asmáticos por ser um dos fatores desencadeantes mais comuns de crises. Por essa razão, os portadores de asma tendem a ser menos ativos e mais descondicionados que seus pares saudáveis. No entanto, quando o exercício físico é realizado corretamente, as complicações são minimizadas.

Em 2007, estudos do Hospital das Clínicas comprovaram a eficácia do método em crianças. Agora os pesquisadores querem compreender a influência do exercício aeróbio no processo inflamatório pulmonar.

Uma das hipóteses é que o exercício aeróbio reduz a resposta alérgica e aumenta a produção de mediadores anti-inflamatórios, como já verificado em estudos com animais, explica o orientador do estudo. Celso Carvalho.

Fonte: Estadão