Browsing Posts in Uncategorized

A vitamina D é muito importante para a saúde dos ossos. No organismo, ela aumenta a absorção de cálcio pelo intestino e por isso assegura que o cálcio necessário chegue ao esqueleto, que contém 99% do cálcio total do organismo.

A vitamina D tem efeitos diretos nos ossos, estimulando a formação das células responsáveis pela formação dos mesmos. Há dois tipos de vitamina que têm efeito similar ou idêntico: a vitamina D3 (colecalciferol) produzida quando a pele é exposta ao sol e a vitamina D2 (ergocalciferol) que é encontrada na dieta.

A deficiência de vitamina D é freqüente em pessoas idosas. Um estudo recente na França mostrou que em mulheres idosas, os suplementos de vitamina D e cálcio podem reduzir o risco de fratura do quadril.

Recentes descobertas apontam que a vitamina D atua também no sistema imunológico, no coração, no cérebro e na secreção de insulina pelo pâncreas. Além disso está também relacionada à prevenção de doenças como diabetes tipo I, mal de Parkinson e depressão.

Mas outro fator que tem feito com que o consumo de vitamina D tenha maior expressividade é sua ajuda no combate à obesidade.

A vitamina D realmente tem efeito na metabolização da gordura, corta a produção do hormonio da paratireoide e acelera a quebra de gordura no fígado.

Porém, sua ação é potencializada por meio da prática de exercícios físicos regulares.

Aliás, a combinação das duas tem efeito muito benéfico para a saúde dos ossos e metabolismo geral, já que atividades como caminhar, correr ou pular corda, combinadas com exercícios de força, como a musculação terapêutica, facilitam a fixação do cálcio pelos ossos.

Apesar do potencial saudável da vitamina D, acredita-se que metade dos adultos e crianças tenha níveis abaixo do ideal da vitamina, e 10% das crianças sejam altamente carentes, segundo um relatório de 2008, publicado no “The American Journal of Clinical Nutrition”.

Três pequenos cones são colocados ao redor do aluno, que precisa fazer uma sequência de movimentos específicos para tocá-los. Pouco depois, um elástico assume o papel principal na atividade e obriga uma combinação de força e equilíbrio para cumprir a tarefa.

A aula de ginástica não é baseada em movimentos repetidos e exaustivos, mais parece uma gincana repleta de tarefas.

Esse é o core 360º, uma modalidade baseada em treinamentos funcionais que consegue a façanha de queimar até 700 calorias por hora de prática.

O gasto calórico é semelhante ao das melhores e mais puxadas aulas de ginástica, daquelas em que o instrutor grita freneticamente ao microfone, no palco de uma sala repleta de espelhos.

O core, no entanto, tem outra proposta.

Parte do treinamento core busca trabalhar a inteligência do corpo. “São exercícios que exigem vários grupos musculares ao mesmo tempo”, conta a treinadora Grazziela Hayafuji. Essa ação conjunta deu origem ao nome Core 360º.

É o treino do corpo todo a partir de seu centro, o que dá uma noção maior da possibilidade de movimento da pessoa.

Na musculação, por exemplo, os exercícios são muito focados na força. Eles dão mais massa muscular, porém têm menos efeito sobre a coordenação motora. O ideal é combinar as duas atividades físicas, mas se o foco for apenas o core, os resultados também podem ser bem interessantes.

O movimento conjunto de vários músculos eleva o gasto calórico sem que o aluno perceba. Assim, ele queima calorias e emagrece mais rápido do que imaginava.

O próprio envolvimento com a atividade tira a atenção do desgaste físico. Existem tarefas, por exemplo, que começam a ser feitas com as duas pernas, depois precisam ser realizadas com apenas uma e, por fim, com os olhos fechados. Isso obriga a pessoa a sentir melhor seus movimentos, ganhando mais inteligência corporal. Todo esse foco na percepção do próprio corpo faz com que o aluno melhore a postura.

As aulas duram de 30 minutos a uma hora. E são feitas de duas a quatro aulas por semana, geralmente.

A combinação com exercícios de musculação também é bastante citada pelos treinadores. Ela pode ser realizada com substituições. O aluno treina pernas e abdome na musculação, mas passa a deixar o treino de abdome para o core. Assim ele pode ampliar os efeitos e agrupar mais grupos musculares no exercício.

Fonte: Educacaoofísica.com

Quer ganhar uma semana de treino com personal na Fitness Together Brooklin? Pois bem, a Fitness Together fez uma parceria com a revista do Brooklin para lhea judar a conquistar o seu objetivo, seja Redução de peso ou ganho de massa muscular? Resistência aéróbica ou somente fortalecer aquele músculo do “tchauzinho”? Clique aqui e veja como participar!

Cartao Fitness Promoção uma semana de personal da Fitness Together!

dormir1 298x300 Dormir pouco engorda   Parte IAqueles que estão na briga com a balança precisam contar mais do que calorias para perder peso. Afinal, cientistas suecos descobriram que as horas de sono também influenciam na perda de peso, pois uma única noite mal dormida é capaz de desacelerar o metabolismo, fazendo o corpo queimar menos calorias e engordar, segundo notícia publicada nesta terça-feira (17) no Daily Mail.

moz screenshot 1 Dormir pouco engorda   Parte Imoz screenshot 2 Dormir pouco engorda   Parte IDurante a pesquisa, 14 estudantes do sexo masculino foram colocados em uma série de condições de sono, como cochilos curtos, privação total e sono normal durante vários dias, enquanto os cientistas mediam as mudanças na dieta, na glicemia, níveis de hormônios e curva metabólica. Uma única noite perdida foi capaz de reduzir o metabolismo basal, que é usado em atividades como a respiração e a digestão, entre 5 e 20%. Os rapazes também apresentaram altas taxas de açúcar no sangue pela manhã, hormônios reguladores da fome, como a grelina e hormônios do estresse, como cortisol.

Fonte: Terra.com.br

Os glicídeos devem fazer parte da dieta de quem pratica atividade física, representando cerca de 60% da ingestão calórica de sua alimentação. Para os atletas e adeptos do esporte, os glicídeos complexos são absorvidos mais lentamente a nível intestinal e portanto, os mais indicados, são: pão, cereais, tubérculos, frutas e vegetais. Melhores porque preenchem lentamente as reservas de glicogênio hepático e muscular, oferecendo ao esportista uma reserva maior de glicose para utilização durante o esforço, sem que o aporte energético venha das proteínas, ocasionando perdas de massa muscular bastante prejudiciais ao organismo.

A glicose anaeróbica aumenta à medida que o esforço físico aumenta e com isto há necessidade de oxigênio para realização da glicólise. Esta reserva de oxigênio vai se tornando rapidamente insuficiente, por estar sendo utilizada e conseqüentemente aumenta o ácido lático, o que provocaria as cãibras e dores musculares no esportista, caso não haja reserva de glicogênio.

Os glicídeos simples são absorvidos muito rapidamente e, dessa forma, além de preencherem as reservas de glicogênio, são depositados no tecido adiposo sob a forma de triglicerídeos, pois os tecidos muscular e hepático não conseguem com tanta rapidez aproveitar toda a glicose posta à sua disposição. Assim, a melhor maneira para ingesta de açúcar simples é associá-lo a uma refeição e nunca isoladamente. A energia utilizada nos exercícios deve ser originada dos carboidratos complexos e gorduras e de uma pequena parcela das proteínas.

A maior ou menor utilização dessa gordura corpórea como fonte de energia vai depender do tipo de duração da atividade física. Os esportistas poderão utilizar um pouco mais o glicídeo após um treino e/ou competição. Mas aqueles que necessitam perder peso devem restringi-lo ao máximo, utilizando frutos em substituição.

Fonte: Site Médico